O contexto anterior sugeria que o produto - na verdade, a pesquisa de um novo microcontrolador - seria apresentado a um grupo de investidores, altamente especializados em finanças, e, na mesma proporção, leigos em microinformática. Então, a proposta deste segundo problema seria apresentar o projeto de pesquisa aos executivos, aguardando deles a aprovação para fomento. A sugestão seria utilizar a modelagem funcional.
Decidimos oferecer aos acionistas um projeto multimídia, com redução de termos técnicos e aprofundamento em questões inovadoras, tornando assim o produto 'comprável'. Faltava agora definir a melhor ideia para isso, como mostrar uma modelagem funcional do 8051.
Nessa hora então aprendi que a modelagem funcional não serve apenas para formatar problemas, ou ainda questões envolvendo software. A modelagem funcional serve para tudo; tudo que pode ser explicado, com exemplos e desenhos, pode ser modelado utilizando estes padrões. No diagrama de contexto, até nos confundimos, pois as entradas e saídas podem sim ser questões (digamos) abstratas, mas que se autoexplicam ao desmembrarmos em diagramas menores. Com o auxílio do diagrama zero e sua hierarquia, permite-se um detalhamento inimaginável ao funcionamento e objetivos do microcontrolador (e de qualquer outra coisa).
A conferência ministrada pela professora Lívia nos indicou que um projeto grande - como a capilaridade de uma rede de transmissão de energia elétrica - pode ser (e foi) demonstrado utilizando o poderoso modelo funcional.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário